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outubro 17, 2017

Como você vive a vida? Frugalidade ou Equilíbrio?

Fala galera da Finansfera!!!




Resolvi falar de um assunto bastante polêmico e que me deixa profundamente irritado só de ouvir a palavra: Frugalidade! De fato estou brincando quando digo que fico profundamente irritado quando ouço a palavra frugalidade mas o que as vezes me deixa inquieto é como as pessoas falam sobre isso.

Vejo em muitos lugares pessoas falando sobre frugalidade de modo que o comportamento para ser frugal deve ser de nunca viajar, nunca comprar, nunca sair, nunca gastar e sempre que você quiser algo, dê meia volta e não compre pois isso é coisa do sete peles, do coisa ruim, do chão gelado.

Não sou adepto à esse estilo de vida que alguns pregam por aí, muito pelo contrário sou adepto ao estilo de vida: faça tudo o que você quiser, puder e que te satisfaça! Baseio minha vida em outra palavra ao invés de frugalidade, baseio-me em: Equilíbrio!

Ao invés de ficar propagando, não frugalidade mas sim pobreza, miserabilidade, propague o equilíbrio. Vou já falar sobre equilíbrio mas antes vou falar sobre essa pobreza.

Quando falo da pobreza que citei acima não me refiro a pobreza da falta de dinheiro mas sim da pobreza de espírito e até mesmo da ignorância de não ser razoável com seus amigos, familiares e principalmente consigo mesmo. Falo de pobreza de quem tem dinheiro para realizar alguma vontade, algum sonho mas para ter mais dinheiro guardado, deixa de fazer.

Outro dia li por aí um texto que citava uma pessoa que estava pensando em aproveitar uma promoção e alguém, achando-se muito sábio, fez algumas perguntas do tipo se ela usava constantemente aquele serviço ou se a vida dela dali pra frente iria mudar se ela comprasse a promoção. No fim pareceu que foi a coisa mais brilhante que já foi perguntada para fazer alguém economizar dinheiro.

Neste caso eu já faço outras perguntas. Primeira pergunta é se você comprar essa promoção, em que vai te afetar financeiramente? Se for te deixar com dívidas ou se for gastar parte do seu patrimônio já guardado, digo para não comprar e se realmente quiser no futuro, que faça uma espécie de poupança para adquirir como por exemplo a troca de um carro.

Outra colocação que faço é que se o valor for baixo e não te afetar em nada, o que era o caso da pessoa, então que compre e usufrua do produto ou serviço. Ora, dizer que você não precisa comprar algo só porque você não tem o costume de usar é a mesma coisa que dizer para não viajar pois você não viaja todo mês ou todo ano.
Não é porque você não tem o hábito de algo que não vai se dar ao luxo de ter ou usar uma vez ou por um período. Esta colocação refere-se a por exemplo passar um fim de semana em um resort ou Spa, em ficar em um hotel melhor quando viajar, em comer em um restaurante melhor em alguma data especial ou até mesmo para fugir da rotina e etc.

Vai me dizer que uma pessoa que regularmente guarda mil reais por mês, comer uma vez em um restaurante e pagar 200 reais na conta vai fazer ela ficar mais pobre? Talvez fique mais pobre em dinheiro mas na qualidade de vida, no momento desfrutado junto à alguém especial, na experiência de ter saboreado algo diferente, na cultura, acredite, você ficará mais rico.

Pregando essa frugalidade que vejo muito por aí você acaba vivendo uma vida medíocre e pobre. O dinheiro fica todo guardado, o tempo passa e você não usufrui da vida nos momentos certos.

Mas calma, após ter reclamado sobre essa frugalidade que acho desnecessária, vou falar sobre o equilíbrio!


O equilíbrio e a razoabilidade são, na minha opinião, as melhores coisas para uma vida mais proveitosa. Equilíbrio e razoabilidade devem ser aplicado não só à questões financeiras mas a tudo o que é decisão na sua vida.

Meu primo sempre me zoava por eu ter sempre uma porcentagem pra tudo. Do salário eu praticamente tinha 15% pra guardar, 20% pra curtir, 10% para prestações e o resto para as despesas correntes. Claro que essas porcentagens não são reais pois não tenho esse controle assim mas meu primo gostava de dizer que eu fazia isso e era bem engraçado.

Quando você separa uma porcentagem para cada coisa que gosta de fazer você faz um equilíbrio e na hora que deve decidir as quantias você tem que ser razoável. Colocar 5% para aposentadoria e 45% para curtir não é nada razoável assim como guardar 60% do salário e comer miojo 30 dias no mês também não é.

É claro que cada um tem uma situação particular e não estou dizendo para todos saírem gastando suas economias, apenas estou dizendo que temos que ser razoáveis dentro das nossas possibilidades e vontades, friso novamente isso.

Costumo dizer àqueles que me pedem orientação que o mês deve começar com zero na conta. Recebido o salário você separa o das contas, o do investimento, o do lazer e pronto. Se gastar o do lazer no primeiro fim de semana então os outros 3 finais de semana você terá que ficar em casa. Assim como se terminar o mês e ainda tiver dinheiro na conta, este dinheiro deve ir para os investimentos e começar outro mês a partir do zero, assim você vive com seu salário fazendo aportes e ainda se divertindo.

Nada é pétreo. Tudo tem que ser equilibrado e razoável. Se você precisar de um sacrifício por um período para atingir um objetivo, então que seja, o que me refiro é a viver uma vida dessas de cancelar plano de saúde, cancelar academia, não comer comida boa pois é cara, de não consultar especialistas em determinadas áreas como arquitetos, nutricionistas, psicólogo por achar perda de dinheiro e principalmente de deixar passar alguns momentos com seus familiares e ou amigos porque quis guardar aquele dinheiro.

Eu mesmo já tive momentos de total retração em tudo na vida pois tinha um objetivo, assim que atingi voltei ao meu equilíbrio de estar sempre vivenciando tudo o que quero com razoabilidade.




Experimente fazer uma viagem com sua família para um lugar diferente em que vocês possam se divertir muito, isto vai ficar na memória para sempre! Uma vez fiz uma viagem para Califórnia com minha filha e aluguei um Mustang conversível, (o que não é nada absurdo de caro lá e sai pelo preço de um carro normal no Brasil, acredite se quiser, paguei na época em 2015, R$ 1.300,00 por 13 dias). Quando eu viajo alugo carro mais barato que tiver mas naquela ocasião que era comemorando seus 15 anos e uma viagem somente pai e filha, achei que o preço que paguei não se compara com o valor que foi pra ela em realizar uma viagem para o exterior com o pai e andar em um carro que no Brasil é praticamente impossível.

Patrimônio intangível


Vivenciando coisas novas, viajando, passando mais tempo com a família, comemorando com amigos faz você gastar dinheiro mas nestes casos você está investindo em algo intangível que é a experiência, a amizade, o momento especial. Não deixe que a razão tome 100% das suas atitudes pois a emoção é tão importante quanto.

Adquirir cultura, experiências, amizades e etc enriquece a alma e o espírito, te torna mais inteligente e exercita o cérebro. Te faz ser mais tolerante por conhecer mais coisas e pessoas.

Enfim, poderia argumentar e debater em muito essa ideia de frugalidade, equilíbrio e razoabilidade. Defendo que não há uma regra e que se for necessário fazer um sacrifício desses, então que não seja a vida toda e sim temporário. Não é utilizar a famosa frase " vou morrer e vai ficar tudo aí" que vai fazer você gastar tudo e ainda se endividar mas ela acaba deixando aquela interrogação: e se eu morrer?

E você? Como vive a vida? Qual é seu equilíbrio?

Por enquanto é isso pessoal.
 
Abraço a todos!

26 comentários:

  1. Olá BPM! Compartilho do mesmo pensamento!

    A busca da independência financeira deve ser agradável, curtida e não um martírio...E nisso, equilíbrio é a chave!

    Abraços

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  2. BPM,

    Eu penso como você: equilíbrio. Sem radicalismos nem para o lado da frugalidade nem para o lado do consumismo.

    Mas em tempos de marketing tão agressivo, acho necessário verificarmos se nossos desejos são nossos mesmos ou se são influência da mídia, da sociedade ou das pessoas com as quais convivemos.

    Na sociedade do excesso, muitas vezes menos é mais, mas nem sempre é assim.

    Seu blog é muito bom, estou gostando dos temas abordados e da qualidade dos posts! :)


    Abraços,
    Rosana

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    1. Obrigado pela visita e pelo elogio Rosana.

      Nos tempos de marketing agressivo é muito necessário verificarmos nossos desejos e é aqui que entra o crescimento pessoal. É onde precisamos refletir sobre nossas necessidades em geral e tentar corrigir distorções abruptas.

      Seja sempre bem vinda!

      Abraço!

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  3. Equilibrio é importante, mas uma visão extremista pode ser benéfica em determinados periodos e na formação de um caráter.

    Também acredito que nada seja petreo, dinheiro é em última instância para usar. Mas na juventude devemos diminuir ao máximo a exposição financeira e poupar muito. Se fizer isso dos 20 aos 30 provavelmente vai agradecer e não se lamentar.

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    1. CF,

      Mesmo que sejam 10 anos juntando, já é um tempo determinado, apesar de achar muito pra ficar se privando das coisas que quer mas o problema maior são as pessoas que fazem isso a vida toda e também aquelas que nem precisam mas fazem só pra ter mais e mais.

      Abraço!

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    2. CF, permita-me discordar de você.

      Se tem um período da vida que eu não me arrependo de ter sido equilibrado e não extremista foi dos meus 20 aos meus 30. Nesse período eu devo ter gasto, por baixo, uns 50 mil reais em viagens, sendo que só em 2017 foi quase uns 15k. Mais uns outros 50 mil em diversão. Ainda sim tenho um patrimônio ok hoje (estou chegando aos 30).

      Poderia ter 100k a mais? Poderia... mas para usufruir quando? velho e sem disposição??

      Concordo em 100% com o post do BPM. Equilíbrio é chave. E independência financeira não significa não trabalhar mais, e sim utilizar seu tempo (o nosso maior e mais escasso bem) da forma que mais agrada, seja ganhando dinheiro ou não.

      Dinheiro é um meio, e não um fim. O patrimônio intangível é o nosso real patrimônio. O dinheiro só serve para viabilizá-lo.

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    3. Isso aí Enriquecendo!

      Essa é a essência do post. Eu gosto de carros e já tive uns bons carros. Matei alguns sonhos e continuo com dinheiro investido cada vez mais. Só realizei alguns sonhos quando tinha margem de segurança então utilizei o equilíbrio.

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  4. Exatamente isso, BPM!

    Reforço de que o "equilíbrio" é variável de pessoa a pessoa. Uma pessoa mais "frugal", por exemplo, necessita menos consumo do que uma menos "frugal". O "frugal" não é a causa do consumo, mas a consequência.

    Assim, a comparação entre ambas não deve ser nos objetos de consumo, mas sim em sua satisfação plena com o seu próprio consumo.

    Será que ficou confuso rsrs?

    Abraço!

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    1. Entendi André!

      Concordo. Como disse, não podemos confundir frugalidade com miserabilidade. Posso gostar de ir a restaurantes todo fim de semana mas isso não significa que eu pague absurdo no prato. Dá pra ser frugal fazendo tudo o que gosta.

      Já outra pessoa pode ser frugal cozinhando em casa e tendo utensílios de qualidade e uma cozinha tipo Master Chef.

      Abraço!

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    2. Opa, BPM! Já tinha visto sim! Essa semana passada eu escrevi sobre o minimalismo, que tem muito a ver com a ideia do equilíbrio de expectativas que possuímos na vida. Se analisarmos profundamente, precisamos de muito pouco. Mas o mais importante mesmo, é estar bem consigo mesmo.

      Abraço!

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  5. Bom post. As vezes precisamos quebrar o equilíbrio para evoluir.

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  6. Gostaria de dar like nos comentários do Inglês e da Simplicidade, rsrs

    Bom, gostei quando você falou pra quando usar o dinheiro separado para lazer no primeiro fim de semana, ficar em casa o resto do mês. Pois é assim que eu doso o equilíbrio. Faço um planejamento levando em conta a independência financeira, mas também a vontade de curtir com a família, aproveitar, passear, viajar, comer fora, etc.
    Feitos os devidos ajustes, orçamento montado, pronto. Se aparecer alguma coisa que dê muita vontade de comprar e eu não comprar, não me sentirei que estou exagerando, apenas não foi planejado, quem sabe próximo mês. Mas agora, não!

    Ah, outra coisa sobre gastar no lazer. Eu uso o seguinte método: se algo que eu deseje consumir está permeado de lucro em cima, mesmo que eu fique com muita vontade, procuro ao máximo evitar.
    Exemplo, sorveterias. Cobram muitas vezes um absurdo no kg, e aí está claro que o proprietário quer lucrar muito em cima de você. Então se eu consumir, me sentirei explorado. Então, procuro os locais mais baratos pra saciar a vontade.

    Essa discussão de aproveitar a vida, poupar, tem muito pano pra manga. Cada pessoa tem uma vivência, uma história do vida. O que pra um é aproveitar, pra outro é inutilidade. Alguns se satisfazem com muitos gastos, outros não precisam disso e se sentem bem sem gastar muito. E é aí que eu creio que está o conceito de frugalidade. Foi mencionado nos comentários, está mais pra o sentimento em relação à necessidade de consumir, do que no próprio consumo em si.

    Parabéns pelo post

    Um abraço e fica com Deus

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    1. Diário,

      É exatamente esse o cerne do assunto. Equilíbrio é a chave. Não é deixar de curtir a vida ou de tomar um sorvete mas é fazê-lo com parcimônia. Também fico revoltado com o preço que algumas pessoas colocam em cima de certos produtos. Não é que eu não pague mas sei que não vale o preço e neste caso também deixo de consumir uma vez que não é algo que irá mudar minha vida.

      Abraço!

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  7. Finalmente alguém abordou isso de forma sensata. Certa vez li, num determinado blog, que, o cidadão ia numa clinica dentaria gratuita, mesmo podendo fazer um bom tratamento somente pra economizar. No futuro ele vai perceber que esse tratamento gratuito vai custar caro a ele.

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    1. Anônimo,

      Há muito tempo eu queria escrever sobre isso. Já li inclusive pra cancelar plano de saúde, seguro do carro e até tomar banho e carregar celular no trabalho pra economizar energia e só ir pra casa pra dormir.

      Tem coisa que parece piada, pra mim isso já é doença.

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  8. Otima postagem BPM,

    Durante um certo tempo na minha vida eu vivia em "desequilibrio", ou seja, eu gastava tudo que eu ganhava e tinha hábitos de consumo que não necessariamente me fazia mais feliz.
    A idéia é você ter um mindset que entenda que o dinheiro é meio para que você possa ter uma vida plena e te traga paz. Atualmente eu vivo em equilíbrio, pois tenho um bom padrão de vida e não me privo das coisas que desejo.

    Grande abraço.

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    1. Ótimo relato Aportador!

      Exatamente assim aconteceu comigo. Eu queria ter um padrão de vida específico e meu salário não comportava. Passei a juntar dinheiro e aprender a investir. Fiz alguns extras pra acelerar um pouco o tempo perdido e hoje estou muito confortável com tudo, acho que dá pra perceber nos posts de viagens né kkkkk

      Abraço!

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  9. Meu apelido na juventude ,,( 15 anos) era tio Patinhas , folclórico com o dinheiro mais tinha suas aventuras , frugal sim , miserável nem tanto ,, mais hoje com 52 vejo meus amigos da Época da juventude como o conto da formiga e da cigarra , que tanto meus pais falavam , muito diferente da atualidade que vivemos hoje , onde um jovem de 15 a 25 anos tem trocentas para gastar e a sociedade o obriga através das redes sociais a mostrar o que está fazendo e se está gastando . Com o meu apelido de Tio Patinhas na juventude nao poderia fugir do destino e me formei em Economia , em com 22 anos formado me mudei para Londres , gastei tudo que economizei dos 15 até os 25, viajando e curtindo a vida , meus amigos na época não tiveram a mesma sorte . Voltei para o Brasil é constitui família , mais confesso que está muito difícil passar a mensagem para minha filha de 18 anos, a educação financeira no Brasil em escolas não existe , o sistema não quer pessoas escalei idades .

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    1. Muito bom o seu relato Maurício!

      Eu sempre quis coisas boas e caras então me esforcei e comecei a trabalhar cedo, com 15 anos eu já tinha montado uma estamparia e estava confeccionando camisetas além de pintar muros, faixar e placas, tudo isso pra comprar as coisas que queria. Me formei em 2002 e continuei gastando meu dinheiro conscientemente mas mesmo assim ainda não poupava muito, em 2007 entrei pra bolsa e foi onde comecei a me policiar, em 2010 eu me perguntei onde queria estar em 2020 e foi onde passei a estudar muito mais e a economizar e investir mais ainda.

      Confesso a dificuldade que é transmitir isso pra minha filha que tem 17 anos. Dou mesada a ela e mostro como gastar e o quanto economizar. Quando ela quer algo diferente eu desconto da mesada pra ela ver que se gastar em vezes no próximo mês você tem menos dinheiro e que o dinheiro é único pra tudo então se gastar mais com lanche na rua vai ter quer gastar menos com outra coisa.

      Sinceramente não sei se ela vai ter disciplina mas ela vai ter que se virar no mundo da nova geração.

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