Fala galera da Finansfera!!!
Hoje resolvi falar um pouco do trabalho de educar jovens. Não, não sou exatamente um professor de ensino médio mas eu ensino muitos jovens. Na verdade, um dos maiores exemplo que trago hoje vem de dentro de casa. Trata-se da dificuldade que tive pra educar financeiramente minha filha mas que hoje, ao que tudo indica, ela aprendeu o caminho e já segue sozinha.
Se você acompanha o blog, já deve ter viso a série: Investindo com pouco dinheiro onde mostro a carteira de investimentos da minha filha, que começou com apenas 40 reais e foi aportando todos os meses desde 2019. Se ainda não conhece, clique aqui para conhecer e ver toda a evolução dela nesses pouco mais de 2 anos. Hoje ela já tem mais de dois mil reais na carteira e crescendo.
Mas o que quero tratar é da dificuldade de ensinar os jovens. Geralmente a gente quer que, principalmente as crianças e os jovens, aprendam as coisas em um estalar de dedos. Quem nunca desejou que o tempo passasse logo para pular uma fase em que os jovens ainda estão em aprendizado? É muito comum a gente falar sem perceber a seguinte frase: Ah, tomara que passe isso logo!
Pois bem, aqui está nosso primeiro erro! Querer que os jovens aprendam aquilo que queremos que eles saibam, de uma forma muito rápida sem respeitar a capacidade de aprendizado e de interesse sobre o assunto. Quem é professor de ensino médio sabe muito bem como isso acontece. Em uma turma muito heterogênea, eles conseguem identificar aqueles alunos que aprendem rápido e aqueles que possuem muitas dificuldades. Claro que essas dificuldades podem vir de diversos fatores mas aqui estamos comentando apenas sobre o tempo de cada um para aprender algo.











