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Buscando o primeiro milhão

Blog simples e informal. Assuntos de investimentos no Brasil e no exterior, finanças pessoais, viagens, lifestyle, positivismo e coisas boas da vida. Vamos todos juntos buscar o primeiro milhão com qualidade de vida. As opiniões serão sempre bem vindas.


 Fala galera da Finansfera!!!





Um assunto que sempre virá à tona é se comprar imóvel é uma coisa boa ou ruim. Se é um investimento ou não. Se vale a pena comprar de qualquer jeito ou não. E sendo assim, de tempos em tempos eu acabo fazendo uma reflexão mais profunda e trago o assunto aqui para debatermos.

Em primeiro lugar gostaria de dizer que o assunto compra de imóvel deve ser analisado de acordo com o cenário econômico, sendo assim, o assunto sofre variações com o tempo e o que era bom há dois anos, pode continuar sendo bom ou pode ter ficado ruim e por isso veremos então, no momento atual de segundo semestre de 2020, se é hora de comprar imóvel ou não.


Educação Financeira


Você já sabe mas não custa lembrar que tudo o que está ligado ao consumo e investimentos, tem base na educação financeira. Apesar de ser algo relativamente simples, pois se você gastar menos do que ganha você já está à frente da maioria da população, muitas pessoas não conseguem colocar a educação financeira em prática e se atolam em dívidas e mais dívidas.

A Compra de um imóvel também tem base na educação financeira. Se você não fizer um bom planejamento e não guardar uma parte do dinheiro, terá que fazer um financiamento cada vez maior o que pode comprometer seu futuro financeiro e é disso que falarmos agora. Em seguida, caso você tenha mitigado todos os riscos e se planejado, ai poderá estudar a melhor maneira de financeira um imóvel no momento.

Coisas importantes antes de comprar um imóvel


Antes de comprar um imóvel veja se você atende aos passos descritos abaixo. São passos importantes para que você não se meta em uma enrascada. Geralmente somos tomados pela emoção na hora de comprar um imóvel e esquecemos do futuro mas lembre-se de que se for financiar, vai pagar juros por um longo período. Muitas pessoas financiam por até 30 anos, já imaginou que pagará juros por 30 anos?


Crie uma planilha de controle financeiro

A primeira coisa que devemos fazer é ter uma planilha com tudo listado e organizado. Todas as suas dívidas futuras e perspectivas de dívidas devem estar listadas na planilha. Anote aquelas prestações no cartão de crédito, seguro do carro durante os anos futuros, escola de filhos, viagens e projete isso com uma certa folga porque a inflação tá ai ano a ano.


Não gaste mais do que ganha 



Essa premissa é básica mas temos que lembrar sempre. Se hoje você já gasta mais do que ganha, quanto tiver uma prestação de imóvel, vai agravar mais ainda a sua situação. Não gaste dinheiro extra também. Geralmente nós recebemos um dinheiro extra seja por um aumento temporário, por outro serviço temporário que fazemos, por uma herança ou qualquer outro motivo. Esse dinheiro não será seu salário mensal, viva sempre dentro do que ganha mensalmente.

Já vi muitas pessoas elevarem seu padrão de vida por estarem ganhando um pouco mais temporariamente. Pessoas que ganham uma porcentagem do salário por produtividade ou cargo de confiança tendem a achar que nunca mais vá perder o bônus mas quando perde, os gastos ficam mais altos que os ganhos.


Não deixe de conferir meu outro post chamado: A Polêmica de comprar um imóvel


Tenha dinheiro guardado

Pode parecer estranho mas antes de comprar um imóvel, tenha dinheiro guardado! Parar comprar um imóvel, não faça prestação até seu limite. Esse é talvez o maior erro de todos. Geralmente queremos comprar o melhor imóvel possível, afinal, se vou pagar por anos, que seja por algo que quero pro resto da vida, não é verdade?

Mas pense comigo, imagine que você faça uma prestação no seu limite de modo que não sobre dinheiro no fim do mês. Veja que estou considerando que sempre gasta o que ganha e não quem extrapola seus gastos mensais. O que falamos quando fazemos uma simulação? Que a prestação vai diminuir então é melhor pagar uma prestação alta agora que depois diminui.

O problema de pagar prestação alta esperando ela diminuir é que pra diminuir muito você vai precisar pagar 15 anos no caso de um financiamento de 30. A ilusão da prestação decrescente leva a gente a fazer a prestação mais alto que pudermos mas quando a gente percebe que cai apenas 2 reais por mês, já é tarde.

O dinheiro guardado que falo pra ter é para pagar as taxas e mobiliar o imóvel. Não entre nessa de financiar as taxas junto com o imóvel. Você já pensou que estará financiando taxas e impostos do governo (o que já é um absurdo por si só os valores cobrados) por 30 anos? Pagar juros, por 30 anos, de taxas e impostos é um absurdo que ninguém comenta.

Não deixe de conferir o BPMCast onde falo outros pontos importantes para o financiamento de um imóvel


E quando falo de mobiliar o imóvel é porque ninguém compra um imóvel sem nada pra fazer pra morar. Se você comprar na planta, o que é muito comum, vai querer fazer armário embutido, comprar painel pra sala, sofá novo, trocar piso, chamar uma decoradora, arquiteta e lá se vão mais algumas prestações mensais.  

Pense nisso! Prestação de imóvel, prestação de mobílias, parcelas de serviços de arquiteta, taxas extras ao longo dos anos, no caso de apartamentos, manutenção do imóvel ao longo dos anos, troca de carro, manutenção do carro, férias e muito mais. Tudo isso com prestação do imóvel pagando entre 50 e 60% da parcela só de juros.

Ainda teria muita coisa para falar sobre financiar um imóvel mas vou deixar para que vocês deixem nos comentários o que esqueci ou então tentarem me convencer de que isso tudo não é um problema. Passado então um pouco dos problemas que você pode enfrentar ao financiar um imóvel mas mesmo assim você quer financiar, vamos ver o que temos de menos pior no momento.



Melhor financiamento imobiliário 



Bom, se depois de tudo o que falei acima você ainda quer comprar um imóvel agora ou então já realizou todos os passos e está bem tranquilo para comprar um imóvel, vamos então dar uma olhada no financiamento da Caixa Econômica Federal, que é mais comum e depois no financiamento do Itaú, que está melhor no momento.

A novidade do momento são os novos tipos de financiamento atrelado ao IPCA e também à Poupança. Antes tínhamos somente taxas de juros fixas. Conforme aos juros iam caindo, você poderia renegociar as taxas de financiamento e consequentemente seu financiamento poderia ficar mais barato. O legal que essa modalidade de Taxas + IPCA já existe há anos nos investimentos mas para financiamento, é novidade.

Não recomendo fazer financiamento imobiliário atrelado ao IPCA e você já deve saber o motivo. Como estamos em um momento de IPCA baixo, tudo parece maravilhoso mas basta uma troca de governo, ou então em um descontrole maior nas contas públicas que o IPCA já já dispara e sabe o que vai acontecer? Sua prestação vai disparar junto. Vamos ver a taxa de juros na Caixa Econômica.


Caixa Econômica Federal

A Caixa esta oferecendo financiamentos a juros de 2,95% a 4,95% + IPCA. Então, isto significa dizer que, se o IPCA ficar em 3% e você conseguir pegar a menor taxa, pagará ao ano, 5,95% o que não é uma taxa ruim. Já se financiar com a taxa mais alta de 4,95% com o mesmo IPCA a 3%, vai pagar 7,95% ao ano, o que não é nada diferente do que existe hoje com algumas taxas fixas.

Agora imagine que o governo mude totalmente em 2022, o crédito seja ampliado, o funcionalismo público cresce a níveis estratosféricos, o assistencialismo cresça mais ainda e as reformas necessárias não sejam implantadas e o IPCA suba de volta até 10% ao ano. No mesmo cenário anterior você pagaria entre 12,95 e 14,95%. Não vejo esse cenário difícil de acontecer e com certeza, suas finanças não vão acompanhar.



Existem outras formas de financiamento como TR+ Taxa fixa. O TR está em zero mas também já foi bem alto. Fazer um financiamento a uma taxa variável que não sabemos como ela estará em 5, 10, 15 ou até mesmo em 30 anos, é bastante temerário. Sem contar as coisas que podem acontecer nesse período que fogem ao seu planejamento. Agora vamos ver no Itaú.


Itaú 

O Itaú inovou este ano. Trouxe uma forma de financiamento atrelada à Poupança. De igual maneira com o o financiamento da Caixa atrelado ao IPCA, eles estão oferecendo uma taxa fixa + o rendimento da poupança e qual a grande diferença? É que a poupança não vai chegar a 10% de rendimento para a taxa de financiamento ficar muito alto como no caso do IPCA. A poupança não vai passar de uns 6% ao ano e mesmo que mude o governo durante anos, dificilmente veremos a poupança rendendo muito. Vamos ver a regra do rendimento da poupança.

A regra agora é a seguinte: Quando a Selic (taxa básica do juros) estiver abaixo de 8,5% ao ano, a poupança rende 70% do valor da taxa básica mais a Taxa Referencial (TR). Quando estiver maior do que 8,5% ao ano, o rendimento passa a ser de 0,5% ao mês mais a TR

Sendo assim, a poupança não passará de 6% ao ano mais TR que desde 2018 está em zero. Acredito que essa forma de financiamento não vá durar muito. A taxa oferecida é de 3,99% + rendimento da poupança então, caso a poupança chegue a render 6% ao ano, chegaremos a uma taxa de 9,99% ao ano o que ainda é mais em conta do que o financiamento da Caixa atrelada ao IPCA.


Considerações Finais


Nunca é hora de fazer um financiamento de 30 anos pagando juros mas sabemos que a realidade é outra. O grande sonho da casa própria e as propagandas de financiamentos imperdíveis fazem a gente ir lá e assinar o contrato na emoção e sofrer as consequências depois. 

Eu nem vou entrar no mérito de comprar X alugar neste post e também não vou citar todos os gastos ao comprar um imóvel pagando ITBI, cartório e outros impostos. Neste post quis apenas alertar que a hora de financiar um imóvel, caso seja necessário, nem sempre é dada pela taxa de juros e sim pelo seu planejamento financeiro. De nada adianta ter uma taxa baixa mas não conseguir arcar com as prestações durante os anos.

E você o que acha? Tem imóvel financiado? Acha que vale a pena financiar um imóvel agora? Deixe suas opiniões aqui nos comentários.




Forte abraço!


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 Fala galera da finansfera!!!




E o mês do cachorro louco terminou. Agosto sempre é um mês meio estranho, perigoso e cheio de superstições mas para o ano de 2020, o mês de agosto não colocou medo em ninguém 😂. O que é agosto para um ano inteiro de pandemia né. No entanto, nos investimentos no Brasil a carteira ficou negativa. No exterior ficou bem positiva e no fim de tudo, tá tudo muito estranho ainda. Alguns ativos estão na máxima histórica e não param de subir.

Vamos então ao resumos de cada classe de ativo.

Ações 

A carteira de ações desabou mais de 7%. Vários ativos fecharam no negativo caindo mais de 10%. O último dia útil de agosto o mercado caiu mais de 2,5% o que derrubou vários ativos. Fiz um bom aporte e comprei SAPR11 e ODPV3. Desde o pior momento da pandemia em março minha carteira recuperou pouco e nem se compara com a carteira no exterior.


Avenue


FII

Já os FII estão andando um pouco de lado. Subiu apenas 0,58% e o mês levou grande parte do meu aporte com as subscrições. Eu venho fazendo as subscrições que aparecem pra vender depois mas acabo não vendendo. Devo fazer um bom rebalanceamento da minha carteira de FII ainda este mês.

Caixa

Aportei praticamente tudo. No dia 31 de agosto tinha um bom residual na conta e aproveitei a baixa do dólar e fiz mais um envio. Iniciando o mês quase zerado fazendo o orçamento base zero.

CDB e Debêntures

Os mesmos rendimentos pífios.

Previdência Privada

A previdência Adam FIC FIM também teve rendimento negativo fechando o mês com -0,98%. Já a AZ Quest subiu 0,47%. O total foi de -0,27%.




Stocks

Mais uma vez a carteira exterior deu show. Vendi uma parte de Apple pra diminuir posição, pois estava muito carregado nela. Vale a pena conferir todas as rentabilidades na carteira no site comoinvestirnoexterior.com
 

Se você ainda não viu a carteira pública que estou fazendo na TD Ameritrade para mostrar que é possível investir no exterior com pouco dinheiro, basta clicar aqui.

REIT

Reagiram bastante com alguns fechando em mais de 10%. Acrescentei um REIT com o intuito de ganho de capital. Não deixe de conferir no site comoinvestirnoexterior.com

ETF

Adicionei mais um ETF à carteira e já subiu mais de 5%. Agora já temos três novos ETF que compõe a carteira BPM Indexing.. Se você ainda não viu, basta clicar aqui.

Vamos ver o resultado consolidado de junho 2020.








Apesar de a carteira de ações no Brasil ter caído bastante, a carteira no exterior subiu bastante. Juntamente com a alta do dólar, a carteira fechou em mais de 6% positivo. Sigamos nos aportes e nos estudos que ainda temos 4 meses pela frente.


Este foi o fechamento de agosto de 2020. Não deixem de ver carteira toda detalhada, clique aqui

Não deixe de acompanhar o fechamento detalhado da carteira de investimentos no exterior clicando aqui.

Forte abraço a todos!






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Fala galera da Finansfera!!!





Vou tratar aqui de um assunto polêmico mas que é interessante refletir sobre ele. Trata-se de falar se preço de compra de um ativo importa ou não. Em primeiro lugar quero dizer que esta é uma opinião pessoal e respeito todas as outras. O mercado só funciona porque temos opiniões diferentes então enquanto um compra, o outro vende e assim caminha a humanidade.

Já fiz um post sobre este assunto mas tem tempo que não comento mais. Caso queira acessar o post, clique aqui. Mas agora achei bem oportuno trazer novamente o assunto quando a Grendene apresentou resultados ruins e o preço deu uma bela caída.

Muitas pessoas falam que preço não importa mas quando as ações caem, logo querem comprar mais. Quando os preços sobem, essas pessoas dizem que não tem dinheiro para investir e por isso não compram aquele ativo que tá com o preço lá em cima. Lembro bem de uma conversa que eu tive com um amigo quando Cielo ainda estava a R$ 15,00. Ele disse que comprava e preço não importava então ofereci as minhas para ele ao custo de R$ 20,00. Claro que ele não quis.

Fato é que nós precisamos de uma margem de segurança na hora de investir. Esta margem de segurança é baseada no preço do ativo. Sabemos que para investir é necessário analisar os balanços, ver a solidez da empresa, ver a dívida e mais um monte de indicativos mas ainda assim temos que olhar o preço. Valuation pra mim faz muito sentido. Se posso pagar 90 reais por uma nota de 100, pra quê pagar 110? Com este pensamento que trago o questionamento novamente.



O preço de um ativo importa na hora da compra?


O caso da Grendene veio bem à calhar neste momento. Eu tinha Grendene e depois resolvi vender. Sai da operação com um bom lucro em 2017, mas percebi que não fiz um post mostrando os detalhes. Tenho que escrever mais minhas ideias porque no futuro será interessante ver o que pensava. O que  eu que fiz foi relatar no fechamento mensal, acompanhe aqui. Eu vendi Grendene com lucro de 35% pra entrar em Bradesco que estava super descontada abaixo de R$ 25,00 à época.

Depois de ter vendido e ela ainda ter subido, eu tracei um valor máximo para pagar e girava em torno de R$ 20,00. Eu não queria pagar mais do que isso. Lembrando que ela teve o Split pra 3 vezes. Passou a custar algo em torno de R$ 8,00. Fiquei de fora até que estivesse dentro da ideia do meu preço. Fiz isso para ter uma margem de segurança.

Como o mercado é cíclico, não tive pressa e resolvi aportar em outras opções. Neste meio tempo entrei e sai em BIDI, entrei em IRBR3, aumentei posição em BBDC3 dentre outros investimentos. Eis que chega a hora de olhar para Grendene novamente. A empresa estava indo muito bem mas, como o mercado é cíclico, novamente deu entrada dentro da minha margem de segurança.

Comprei então Grendene a R$ 6,80. Dentro do que eu me propunha a pagar, o preço seria o equivalente a R$ 20,40 caso não tivesse acontecido o Split. Após a compra do papel, o ativo subiu chegando à cotação máxima de R$ 9,34 em fevereiro de 2019. Neste momento já tinha subido o preço teto para algo em torno de R$ 7,60 mas não comprei nada.


Resultado trimestral da Grendene


No último resultado trimestral a Grendene foi decepcionante. Sem entrar no mérito de analisar a empresa, o lucro caiu demais e o papel despencou quase 10% em um único dia. É aqui que preço começa a importar pra mim.

Como comprei a R$ 6,80 então tenho uma margem de segurança boa para esperar mais um trimestre e ver como o papel se comporta. Como mostra a imagem acima, o fechamento foi em R$ 7,32 ou seja, ainda estou 7,6% acima do preço de compra. Isso que transmite uma tranquilidade maior. Nesta conta não estou considerando os dividendos pagos.

Se eu tivesse comprado Grendene a R$ 9,00 hoje estaria em um "prejuízo" de mais de 20%. Mesmo que seja uma boa empresa, ninguém gosta de ver uma posição recuar 20% em pouco tempo. Quem tem Cielo, como eu, sabe bem disso. Se eu for considerar os dividendos pagos, o preço médio vai abaixo de R$ 6,40 e ai a margem de segurança aumenta.

Mesmo que Grendene venha a R$ 6,80 que é meu preço médio, ela paga um yeld de 4,3% o que rende mais do que a renda fixa hoje em dia. Se considerarmos uma renda fixa pagando IPCA + 4,5%, podemos descontar o IPCA e fazer um cálculo em cima dos 4,5%. Aqui temos que tirar 15% de imposto de renda e sobra 3,82% o que já é menos do que os dividendos da Grendene, ou seja, ruim de tudo ela vira uma renda fixa melhorada.

Eu acredito que a Grendene vai melhorar este resultado e se o preço vier abaixo de R$ 7,00 eu volto a comprar mais. Vou ficando de olho e deixando uma graninha guardada para aproveitar essa oportunidade, caso chegue. Os próximos 6 meses serão bem decisivos para saber se compro mais ou se vendo. Espero que os próximos resultados melhorem.

Conclusão


Muitas pessoas dizem que preço não importa mas para mim importa sim. Prefiro comprar algo com margem de segurança melhor como o caso explicado da Grendene. Comprar bons ativos a um preço mais descontado deixa a gente mais tranquilo quando vem uma tempestade como um balanço ruim. Temos tranquilidade de deixar a empresa trabalhar mais um semestre para depois decidir o que fazer.

Vou mantendo minha posição e acompanhando os acontecimento. Com o papel abaixo de R$ 7,00 eu volto a comprar aos poucos. Este preço não está nada longe.

E você? O que acha sobre preço? Importa ou não? Deixe seus comentários abaixo.

Abraço a todos!


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Fala galera da Finansfera!!!

Assinatura de Carro 🚗 , Vale a pena?

Para alguns carro é um hobby, para outros apenas um meio de locomoção. Muitas pessoas reclamam que carro não é investimento, outros dizem que é investimento pessoal e você paga também pela liberdade de ir e vir a hora que quiser, onde quiser e com quem quiser. Há também aqueles que preferem o Uber ou até mesmo taxi, diversas são as opinões sobre ter ou não um carro. 
Imagem relacionada


Muito tem-se comentado ultimamente sobre essa nova modalidade lançada pelas locadoras de carro, a assinatura de carro. Estas assinaturas consistem em você pagar um valor por mês e não precisar se preocupar com a compra, venda, IPVA, seguro e manutenção do carro que pretende adquirir.

Algumas locadoras oferecem poucas opções e outras já têm uma grande gama de carros a escolher incluindo os SUV e até os blindados mas será que vale a pena fazer uma assinatura de carros no Brasil?

Pensando se vale a pena ou não fiz uma rápida pesquisa na Porto Seguro, Unidas e Movida. A Movida ficou meio estranho, não entendi muito bem mas vou deixar a imagem aqui.

Porto Seguro

Vamos ver o plano da Porto Seguro para um carro básico.


Podemos ver aqui uma simulação um pouco tendenciosa. No comparativo o site mostra que comprando o carro você terá um gasto de R$ 2.265,94 contra R$ 1890,00 no plano de assinatura deles. A simulação que fiz foi comprando o carro à vista. Reparem que no lado "Ao contratar" eles mostram que você poderá investir o dinheiro do carro e obter R$ 59.666,29 mas eles falam que este rendimento será em 2 anos mas o plano de assinatura simulado é anual. Aqui já podemos perceber uma falha nos cálculos. Logo após temos um demonstrativo dos cálculos, senão vejamos:




Na primeira linha ele cita um valor de entrada que não consegui entender o que quis dizer, uma vez que simulei a compra do carro à vista, ou seja, ele me diz que gastaria R$ 3.466,29 com entrada mas não dei entrada na simulação, engraçado que eles citam "acabei perdendo".

Na segunda fala de gasto com documentação (licenciamento). Ok, este gasto teremos todos os anos ao pagar o IPVA.

Na terceira linha fala de R$ 1.500,00 ao despachante. Alguns lugares cobram caro mesmo mas outros cobram mais baratos. O despachante é algo que se paga quando compra carro, na simulação que estou fazendo, não considero trocar de carro todos os anos, pois quase ninguém faz isso então este custo só existirá no primeiro ano da compra. Considero ficar com um carro por 5 anos.



Na quarta linha cita o IPVA. O valor simulado foi a alíquota de 4%. Alguns estados tem 2 e 3%, ou seja. fica um pouco mais barato.

Na quinta linha cita o seguro. Ok, geralmente vai dar um valor aproximado dependendo do perfil e do estado.

Na sexta linha ele diz que vendeu o carro por R$ 40.338,00, ou seja, uma desvalorização de R$ 15.862,00 ou 28,2% aproximadamente. Olhando a tabela Fipe, podemos ver que o HB 20 1.6 2017 tem preço de referência de R$ 49.868,00, ou seja, mais de 20% acima do que eles colocam no site.




Olhando mais um pouco no site Webmotors, podemos encontrar HB20 1.6 por valores até maiores.



Então vamos fazer uma nova tabela de custo para ter um carro por 12 meses.

  1. Acabei perdendo - Não vou colocar nenhum valor, pois na simulação comprei o carro à vista;
  2. Licenciamento - R$ 181,00;
  3. Paguei o despachante - Vou considerar apenas para o primeiro ano - R$ 1.500,00
  4. Paguei o IPVA - R$ 2.248,00
  5. Fiz o seguro - R$ 2.248,00
  6. Realizei as manutenções R$ 1.686,00
  7. Vendi o carro - Vou considerar a tabela FIPE -R$ 49.868,00 
Total = R$ 14.195,00 / 12 meses = R$ 1.182,92


O plano da Porto Seguro é de R$ 1890,00 que subtraído de R$ 1.182,92 = R$ 707,08, ou seja, crédito de R$ 707,08 mensais ou R$ 8.484,96 em um ano. Este valor aplicado a 0,8% mensais, vai dar em 12 meses o valor de R$ 8.939,38.



Fazendo o plano da Porto Seguro temos que descontar a diferença entre ter o carro ou assinar que será de R$ 707,08 ou seja, o valor inicial que poderá investir será de R$ 56.200,00 - R$ 707,08 e a cada mês vai deduzindo a parcela conforme tabela abaixo.




Podemos observar que no exemplo específico, para o prazo de 12 meses, o dinheiro aplicado renderá R$ 52.899,65 e não R$ 59.666,29 como informado no site. Ainda assim há uma vantagem em assinar o plano, uma vez que se comprar a vista e vender pelo preço da tabela Fipe, venderá por R$ 49.868,00 já o dinheiro aplicado renderá R$ 52.899,65, uma diferença de R$ 3.031,65.

Se continuar fazendo o mesmo cálculo até dois anos como mencionado no exemplo, o valor final aplicado será de R$ 49.268,15. Notem que a diferença de R$ 707,08 puxa o valor pra baixo e um dia pode até zerar. Mesmo fazendo os cálculos em um segundo ano ainda pode ser vantajoso alugar, uma vez que o valor da tabela Fipe será corrigido e o carro deixará de valer R$ 49.868,00.

Neste caso, sem colocar outros valores intrínsecos, emocionais ou qualquer outro tipo de avaliação subjetiva, é mais interessante assinar o plano do que comprar um carro. Claro que eu não li todo o contrato para saber as obrigações de quem assina. Não sei se pode incorrer em outras taxas se alguma clausula for quebrada e não sei se há limite de quilometragem.

Você conhece o serviço do Doutor Multas? Eu precisei usar os serviços deles e foi muito útil. Se quiser conhecer os benefícios apresentado por eles basta clicar aqui.

Unidas Rental Cars

Não farei todos os cálculos com a Unidas mas olhem um Corolla por quanto sai.




Como mencionei acima, o site da Movida foi o que deu menos informações:

Movida


Conclusão 

Deixemos de lado a velha discussão sobre carro ser investimento ou não, pois sabemos que financeiramente não é mas ao ter um carro você compra autonomia e liberdade. Utilizar a assinatura de carro pode ser interessante se não tiver amores por carro e utilizá-lo somente como deslocamento. Você assina, usa e depois troca e se tiver o dinheiro à vista, melhor ainda, deixa lá rendendo para diminuir o impacto da mensalidade.

Caso seja um apaixonado por carro terá que avaliar mudar esta concepção, pois será um carro simples sem personalização. Para uns carro é realmente um hobby. O valor final fica vantajoso em mais ou menos 3k para a simulação acima. Não detalhei a opção do Corolla mas creio que seja nas mesmas proporções.



E você? O que achou da modalidade de assinatura de carro? Venderia seu carro para contratar essa modalidade? Prefere ficar com seu carro por 5 anos e não pagar despachante todos os anos? Seus custos saem mais em conta do que os apresentados? Conte-nos suas ideias.

Por enquanto é isso pessoal.

Abraço a todos!






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Fala galera da Finansfera!!!


Semana passada recebemos a notícia de que o megainvestidor brasileiro Barsi atingiu a marca de 12,2% das ações da UNIP5 com 316.700 ações de acordo com comunicado enviado ao mercado. Mas quem é Luiz Barsi Filho?

Veja trecho publicado no infomoney no qual o próprio Barsi se apresenta:
Muitos não me conhecem, portanto vale a pena iniciar este artigo me apresentando. Meu nome é Luiz Barsi Filho, formado em estrutura e analise de balanços, economia e direito. Sou consultor econômico financeiro independente, membro do conselho regional de economia – SP (Corecon-SP); presidente do conselho de administração da Eternit, além de membro do conselho de administração da Unipar/Carbocloro, empresas de capital aberto e líderes nos seus segmentos de negócios. Sou filho de imigrantes vindo de origens humilde. Fui editor de economia e mercado de capitais do jornal diário popular entre 1970 e 1988 e editor de mercado da revista marketing, entre 1989 e 1992. Trabalho desde os 9 anos de idade, e com 78 prossigo acompanhando o mercado de ações diariamente.

Muitos me conhecem por ser um investidor relevante e cativo no mercado de ações, onde inúmeras publicações já retrataram o meu perfil, qualificando meu ‘’DNA’’ como sendo o de dividendos. Entre as publicações destaco: Uol, Valor Econômico, Folha de S. Paulo, Valor Invest, Exame, InfoMoney, entre outras.

Pelo fato desses veículos de comunicação alcançarem audiência muito grande, é comum as pessoas me procurarem para solucionar dúvidas sobre investimentos, particularmente em relações ao segmento acionário. Uma das perguntas mais comuns que fazem é: ‘’Luiz, eu não sou rico. É possível se ter sucesso investindo em ações mesmo assim’’? SIM.
Para ler a matéria completa acesse:  

Luiz Barsi conta como saiu do zero para construir sua fortuna na Bolsa - InfoMoney

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/5642239/luiz-barsi-conta-como-saiu-zero-para-construir-sua-fortuna



Barsi também é conhecido pela parceria que tem com a Suno Research onde ele escreve cartas semanais ao investidores. Vale a pena conferir.



Mas qual é a minha opinião sobre o motivo dele ser milionário e alguns de nós não? Bom, Barsi tem três coisas que a maioria de nós não temos:

  • Experiencia;
  • Paciência; e 
  • Dinheiro.
Vejo pessoas comentando que o megainvestidor brasileiro comprou ações da Eternit e lucrou muito com isso. Comprou ações do Banco do Brasil e lucrou muito. Comprou ações da Unipar e lucrou muito. Comprou uma série de ações e lucrou muito e por isso ficou milionário e todos podemos. Sim, podemos mas precisamos ter em mente que a experiência dele aliado à paciência e ao dinheiro faz aproveitar as melhores oportunidades.


Você não vai ficar rico comprando BBAS3 a R$ 33,00 ou UNIP5 a R$ 20,95. Você fica milionário comprando estes ativos no tempo certo e é isso que Barsi faz muito bem, comprar ativos a preço de banana, principalmente quando chega uma crise.

Barsi tem a teoria da boca do jacaré que é uma analogia ao jacaré que fica com a boca aberta até que a melhor presa chegue lá e daí ele fecha a boca e se alimenta. Sendo assim, nós investidores devemos ter um dinheiro em caixa aguardando essas ações em promoção chegarem a um preço bem atraente e daí comprar o máximo que puder.

Outro megainvestidor que tem dinheiro em caixa para aproveitar ótimas oportunidades é um senhorzinho muito tranquilo e sábio chamado Warren Buffet. Já para falar deste senhor teremos que utilizar outro post, pois haja experiência naquela cabecinha alí.

É isso que Barsi faz e é isso que dá certo. Seguindo sua teoria Barsi comprou ações do Banco do Brasil na casa dos R$ 13,00, em janeiro de 2016 conforme reportagem da Infomoney. Segue trecho da reportagem:

SÃO PAULO - Um dos maiores investidores pessoa física da Bovespa, Luiz Barsi Filho, destacou como grande oportunidade e até mais atrativa do que em 2008, comprar ações do Banco do Brasil (BBAS3) [que registra queda de 10% só este ano] "por considerar que a formação de uma estrutura previdenciária lastreada em suas ações parece, não só viável, como oportuna". Ao falar sobre os investimentos em ações, Barsi ressalta que, quando se objetiva investimentos programados, capazes de formatar um portfólio previdenciário, a dinâmica [do investimento] se altera em termos de conceito e expectativa. "Isto, porque aguardamos prioritariamente resultados vindos do lucro da atividade econômica, e não das oscilações nos preços das ações". Segundo ele, os papéis do BB concentram fatores de segurança, rentabilidade e liquidez, requisitos fundamentais exigidos para boas aplicações de médio e longo prazo.Operando com alta mais forte que seus pares nesta quinta-feira (14), as ações do Banco do Brasil ganharam força no fim do pregão e ajudaram o Ibovespa a ter seu melhor pregão do ano. Os ativos do banco fecharam com alta de 5,61%, cotados a R$ 13,56.
Para ler na íntegra, acesse: Luiz Barsi explica por que comprar ação do BB hoje vale ainda mais a pena do que em 2008 - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/bancodobrasil/noticia/4521032/luiz-barsi-explica-por-que-comprar-acao-hoje-vale-ainda

Já em março de 2017, Barsi disse que não era mais momento de comprar BBAS3 e estava praticamente fechando sua boca do jacaré em cima de outra empresa, a TIET4. O que talvez não tenha sido uma boa presa na boca do jacaré uma vez que a ação em março de 2017 estava na casa do R$ 2,80 e hoje em 2018 está na casa dos R$ 2,60. Claro que não considerei os dividendos neste cálculo, estou apenas pegando a média da cotação dos meses mencionados.


Vejam trecho do comentário dele:

SÃO PAULO - O megainvestidor Luiz Barsi acredita que a oportunidade de comprar ações do Banco do Brasil ficou para trás e revelou sua nova aposta na BM&FBovespa: as ações preferenciais da AES Tietê (TIET4). Vale lembrar que ele alertou sobre uma oportunidade em BB em janeiro do ano passado (veja aqui): no acumulado de 2016, esses papéis dispararam 98% na Bolsa e figuravam como uma das maiores posições em carteira do megainvestidor. Os comentários de Barsi foram divulgados nesta segunda-feira (13) em um relatório da Suno Research (clique aqui para acessá-lo) e faz parte da série de "perguntas e respostas" entre Barsi e os assinantes da casa. Segundo Barsi, as boas oportunidades de mercado estão atualmente nas ações PNs da AES Tietê, dado que estão "baratas" - são cotadas perto dos R$ 3,00 - e há uma boa expectativa por pagamento de dividendos. Ano passado, lembra, elas pagaram um dividend yiel (dividendos sobre o preço da ação) de 10%.  "Nessa faixa de R$3,00, as ações alimentam duas expectativas: a expectativa de um yield favorável e a expectativa de uma eventual valorização quando todos esses fatores que são colocados como negativos possivelmente possam ser colocados como positivos. Ou seja, subir o preço do petróleo, subir o preço do minério, o PIB voltar a crescer, o empresário voltar a investir, a inflação cair (que não é fácil e eu não acredito muito), o dólar se mantiver a R$3,10 (que eu também não acredito, eu acredito que ele irá subir de preço)", comentou.
Para ler a íntegra acesse: Barsi diz que oportunidade de comprar ações do BB ficou para trás e revela sua nova aposta na Bolsa - InfoMoney

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/aestiete/noticia/6227691/barsi-diz-que-oportunidade-comprar-acoes-ficou-para-tras-revela. 


E a mais nova do Investidor são as ações da UNIP5 onde agora detém 12,2% da empresa. Salvo engano ele comprou ações quando estavam custando em torno de R$ 6,00. Hoje as ações estão custando R$ 20,00.

A Suno Research, que considero ter ótimos relatórios, já vinha dando indicações de compra da Empresa há algum tempo. Vale lembrar que eles têm Barsi como aliado na análise de ações.

Mas o que quero mostrar é que o momento certo para a compra da ação é o fator de sucesso para enriquecer. De nada adianta olhar agora os lucros de Barsi em BBAS3 quando ele comprou a R$ 13,00 ou de UNIP5 quando comprou a R$ 6,00 e achar que vamos enriquecer comprando as mesmas a R$ 33,00 ou a R$ 20,00. Tínhamos que ter comprado lá atrás junto com ele. A esses preços essas ações deixaram de ser interessantes (é aqui que começa a discussão sobre preço não importa) e temos que procurar outras que estejam mais descontadas, BBSE3 talvez?

Junto de tudo isso vem todas as coisas boas de uma empresa bem administrada como JCP, dividendos, bonificação e subscrição que fazem aumentar nosso patrimônio. Sendo assim é muito interessante acompanhar algumas empresas que podem ser as presas do momento na nossa boca do jacaré para abocanhá-las assim como o criador da teoria.

Por enquanto é isso pessoal.

Abraço a todos!









:)
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Fala galera da Finansfera!!!


Setembro foi bem rápido né?! Pelo menos pra mim. Já estamos em outubro e eu achando que acabamos agosto e entramos em setembro, bem confuso não? kkkk

Vamos ver se o mês das crianças e das bruxas vai ser tão bom quanto da independência e de Cosme e Damião. Em setembro a bolsa deu mais aquela subida deliciosa assim como os FII. As stocks não ficaram muito pra trás mas os REIT ficaram não acompanharam o ritmo. A renda fixa continua com patamares baixos mas é assim que uma carteira diversificada se comporta.

Vamos ao resumo:

  • Ações - Não comprei nada novo este mês. Estou concentrando aportes em dólar ainda e com isto acabo aguardando aquele momento que todos esperam mas que nunca saberemos se acontecerá, a famosa realização! A valorização das ações foi muito boa.
  • FII - Também sem nenhuma compra e com boa valorização no mês. Os alugueis caem direitinho na conta. Algumas variações acontecem mas nada que me deixe desesperado para mexer na carteira. A única mais preocupante é EDGA11 mas é uma pequena parcela na carteira então não me preocupo.
  • TD - Cada vez mais diminuindo posição. Rendeu melhor agora pois a SELIC caiu mais um pouco. Provavelmente vou vender meu últimos IPCA agora e aportar em outra coisa. A curva de lucro hoje tá muito distante do que deveria ser então acho uma boa sair agora.
  • Poupança - Sempre do mesmo jeito, flutuante na medida das necessidades.
  • CDB - No news.
  • Debêntures e CRI - Ainda pensando em aumentar posição em alguma coisa aqui. Como minha carteira aumentou bastante desde as últimas compras, a porcentagem ficou bem menor e para reequilibrar isso terei que fazer uns aportes mas talvez só faça isso ano que vem.
  • Stocks - Deram uma subida legal. Interessante ver que algumas oscilaram pra negativo mas já estão no positivo e me pagaram bons dividendos. Os dividendos todos serão reaplicados.
  • ETF - Analisando aumento de aporte. Os que comprei estão performando muito bem. Tem ETF que já passou de 10% de rendimento.
  • REIT - Esses oscilaram bastante. Estou gostando pois os rendimentos mensais são bons e eles ainda tem valorização. Estou há pouco tempo com eles estão ainda é cedo para tirar uma conclusão. De qualquer maneira também estudo comprar mais alguns.
Vamos ao consolidado anual.

Mudei a forma de calcular os aportes. Agora eles estão em porcentagem da carteira total. Antes eu fazia em relação aos aportes do mês anterior e ficava uma variação absurda as vezes.



Por enquanto é isso pessoal, mais detalhes na página Carteira.

Abraço a todos!

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Fala galera da Finansfera!!!

Como organizar as contas do casal?

Um assunto interessante que devemos compartilhar na Finansfera é sobre como os casais lidam com as contas comum. É muito salutar a troca de experiências então vou relatar a minha aqui.

pagar contas

O Amigo Termos Reais já fez um post mostrando o quão prejudicial pode ser um casamento mas se não tiver jeito e você tiver que casar (como se fosse uma obrigação kkkkk) então que pelo menos consiga ter as finanças bem estruturadas.

Outro blog que abordou o tema foi o Investidor Inglês.

Nos idos de 2004 eu li o livro do Gustavo Cerbasi, "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos" (sim, eu tinha 10 anos e já estudava investimentos :p) e foi muito esclarecedor pra mim. Aprendi bastante com as dicas e os exemplos dele. Recomendo muito a leitura e o mais interessante é o casal ler juntos e discutir sobre os pontos de vista no momento.



Já passei alguns apertos financeiros mesmo sendo sempre bem controlado mas havia um momento em que eu gastava mais do que ganhava e gerenciava as dívidas que fazia. Tinha tudo tão bem controlado que as pessoas achavam que eu tinha dinheiro kkkk.

E hoje? Como faço? Simples, divido tudo! Sim, este é um assunto bem complexo para as mulheres. Geralmente eu gosto de implicar com as mulheres quando o assunto é casamento. Costumo dizer que se duas pessoas se casam por amor então não é problema nenhum casar sem comunhão de bens né?! Já consegui um olho roxo, um braço quebrado e por três vezes jogaram copo de cerveja na minha cara quando cito isso.

Ora, se casamos por amor então por quê se preocupar com dinheiro? Não faz sentido né?! Então dentro desta linha de pensamento os gastos devem ser divididos e apesar de serem um só casal feliz vivendo o resto da vida juntos, cada um deve ter sua privacidade e sua liberdade financeira também.

Mas como fazer isso ser justo? Simples também. Faça a proporção dos gastos em relação ao salário de cada uma mas isso não é nada fácil quando a mulher ganha mais que o homem. Vamos ao que pode ser considerado gasto comum:

  • moradia (luz, água, condomínio, manutenção);
  • gastos com carro;
  • net;
  • compras;
  • viagens;
  • restaurantes; e
  • tudo mais que beneficiam os dois
Todos os gastos comuns devem ser pagos na proporção do seu salário ou meio a meio. No caso de viagens e restaurantes acontece o mesmo pois a escolha de hotéis, passagens aéreas ou terrestres e passeios sempre serão para os dois.

Uma maneira de operacionalizar isso é abrindo uma conta conjunta e todos os meses cada um deposita o valor correspondente e todas as contas comuns devem ser pagas com o saldo desta conta. Se os gastos comuns são 3k então cada um deposita 1,5k e vão pagando as contas. Quando forem a um restaurante paguem com o cartão desta conta.

Se o salário de um dos dois é maior, então façam a proporção e neste caso um pagará 70% e o outro 30% ou então 65% e 35% e por aí vai. Feito isso, o que sobrar do salário é de cada um. Se quiser comprar aquele tênis de 700 reais ou aplicar tudo ou comprar uma cervejeira, o problema é seu e de igual maneira se a mulher quiser comprar uma bolsa de 2k ou salão todo dia, esmaltes caros e sapatos e mais sapatos, problema é dela e assim não há brigas.

Por que fazer tudo isso? Isso tudo é uma maneira de evitar problemas. Nosso psicológico nos leva sempre a uma disputa ou compensação e quando não sentimos no bolso não damos valor. Quantas vezes não ouvimos pessoas falando que gastaram porque merecem?

Tenho um amigo que tava com um celular meia bomba. A esposa dele quebrou o celular e teve que comprar outro. Foi lá e comprou um iPhone. Obviamente, ele sentindo-se prejudicado por pagar por um aparelho que não iria usar e ainda por estar com o seu ruim, não pensou duas vezes e trocou também, aumentando assim os gastos do casal. Tenho certeza que se ela comprasse o iPhone só com o dinheiro dela, ele não teria trocado o dele ainda. Ou melhor, talvez ela não teria se endividado em um iPhone no momento.

Uma tática assim usei com minha filha. Sempre que saímos ela bebe vários refrigerantes nos restaurantes. Primeiro que refrigerante faz muito mal a saúde, segundo que é muito caro em restaurantes então combinei com ela que tudo o que ela bebesse eu descontaria da mesada dela. Pronto! Refrigerante cortado nos almoços no restaurantes. O máximo que ela já fez foi pedir pra ir ao mercado pra comprar lá porque é menos da metade do preço.

Exemplos assim temos vários e quando as despesas comuns são divididas os dois passam a dar mais importância e quando os mimos que queremos comprar saem do nosso dinheiro próprio, o outro não reclama nada. Ou você quer pagar sua parte naquela bolsa de 3k que sua mulher quer comprar? Nada mal chegar em casa do trabalho e ter uma dívida de 1,5k que você nem fez e assim, bye bye chuteira de 200 que você queria pro futebol às quartas.

O seu é o da direita e o dela o da esquerda


Sei que o assunto é bem polêmico mas neste caso não há como ser tão flexível. Por mais que possamos dizer que não há problema, uma hora a gente cansa e acaba ficando chateado por ter que pagar uma conta que poderia ter esperado mais ou até mesmo não existir.

E agora vamos às pedradas kkkk o que acham disso? Quem aplica algo parecido? Conte sua história nos comentários para compartilhar suas experiências.

Por enquanto é isso pessoal.

Abraço a todos!!!


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